Uma proposta que avançou na Câmara dos Deputados está gerando grande repercussão em todo o país e pode mudar a forma como a pensão alimentícia será definida nos próximos anos.
O projeto prevê que, além da condição financeira de quem paga e da necessidade da criança, a Justiça também possa considerar a participação afetiva e os cuidados no dia a dia dos filhos.
Na prática, situações de abandono emocional, ausência na criação e falta de participação na rotina da criança poderão influenciar nas decisões sobre o valor da pensão.
A proposta divide opiniões. Para muitos pais e mães, criar um filho sozinho envolve não apenas gastos financeiros, mas também desgaste emocional, tempo e responsabilidades diárias. Já outros acreditam que a medida pode abrir espaço para conflitos e dificuldades na comprovação dessas situações.
O texto ainda será analisado pelo Senado Federal e, caso aprovado, poderá trazer mudanças importantes a partir de 2026.



