Especialistas apontam que há mais de 80% de probabilidade de formação do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026, com chances superiores a 90% a partir de agosto. A previsão é que seus efeitos avancem até pelo menos o início de 2027, influenciando diretamente o clima em diversas regiões do país.
O fenômeno ocorre devido ao aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial e pode provocar mudanças significativas nos padrões de chuva e temperatura.
O que esperar por região?
Norte: período de seca mais prolongado, redução no nível dos rios e aumento do risco de incêndios florestais.
Nordeste: menos chuva, temperaturas acima da média e maior risco de estiagem e queimadas.
Centro-Oeste: calor intenso e chuvas irregulares, especialmente durante a primavera e o verão.
Sudeste: ondas de calor mais frequentes e possibilidade de aumento das chuvas em algumas áreas.
Sul: previsão de chuvas acima da média, com maior risco de enchentes, alagamentos e eventos climáticos severos.
Para o Rio Grande do Sul, os alertas merecem atenção especial. O aumento das chuvas pode elevar o risco de inundações e transtornos em áreas vulneráveis.
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