O Banco Central do Brasil interrompeu a emissão dessas peças em 2004 por conta do seu alto custo de fabricação, já que produzir cada unidade custava quase R$ 0,09 aos cofres públicos.
Somado ao prejuízo de produção, o hábito da população de esquecer essas moedas em cofrinhos e gavetas acelerou o sumiço do metal no comércio. Com a perda do poder de compra da menor denominação do Real ao longo dos anos, o uso físico da peça perdeu o sentido prático no cotidiano.
Apesar de não ser fabricada há mais de duas décadas, a moeda de 1 centavo mantém o seu poder liberatório garantido por lei e ainda pode ser usada para pagamentos. Hoje, esse valor migrou quase totalmente para as transações digitais, enquanto as raras unidades físicas viraram relíquias cobiçadas por colecionadores.
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